
Hoje vim contar de como podemos enxergar muito além do que nossos olhos captam.
Hoje eu gostaria de me desculpar com Deus por ter, algumas vezes, praguejado a sorte.
Por ter desejado algo mais simples.
Se essa vida fosse a última, eu hoje agradeceria a possibilidade desses olhos atentos aos meus, mesmo que essa fosse a minha última visão.
Iria saciada de aprender a superar o comodismo do ‘normal’ agradecida pela possibilidade de arriscar.
Essa história é sobre o pecado de ter nascido sem saber pra onde ir e ter, em alguns momentos, desejado continuar sem saber.
É sobre a gratidão de ter uma mão forte me segurando para que eu pudesse ter coragem de parar.
Agradeço a possibilidade de ter vivido esse amor.
Agradeço a esse amor ter me arrancado a pele e ter me obrigado a renascer verdadeira.
É uma história de dor, renúncia, construção... e amor.
É uma história sobre como o amor pode mudar as pessoas.
Como esse encontro me modificou pra sempre.


















